A falta de prestação de contas colocou diretórios na mira da Justiça Eleitoral. Os órgãos partidários no interior de Mato Grosso do Sul correm o risco de serem suspensos e perderem recursos para campanha. Os diretórios poderão apresentar defesa.
A informação consta no DJEMS (Diário da Justiça Eleitoral de Mato Grosso do Sul) desta sexta-feira (14).
O PCO (Partido da Causa Operária) de Douradina, a 181 km de Campo Grande, não realizou a prestação de contas eleitorais de 2024. A sigla terá 15 dias para apresentar defesa.
Já o Podemos, em Caarapó, a 258 km da Capital, não se manifestou no processo de suspensão do órgão partidário. Foi dado um prazo para que o MPE (Ministério Público Eleitoral) se manifeste.
Ainda em Caarapó, o Agir também não prestou contas à Justiça Eleitoral em 2024 e enfrenta processo de suspensão do órgão partidário. O TRE-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) estabeleceu um prazo de 15 dias para a sigla se defender.