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Notícias / Turismo

01.03.2026 às 08:03 - Atualizada em 01.03.2026 às 09:11

Capital recebe 3 mil visitantes na COP15 internacional

Assessoria SEGOV

Evento da ONU é voltado à vida silvestre na região e projeta Campo Grande no cenário global e fortalece o turismo de negócios


Campo Grande se organiza para sediar a 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação de Espécies Migratórias de Animais Selvagens (COP15/CMS), que será realizada de 23 a 29 de março de 2026. O evento deve reunir cerca de 3 mil participantes de mais de 130 países, colocando a Capital sul-mato-grossense no centro das discussões globais sobre conservação da vida silvestre e desenvolvimento sustentável.


A COP15 é o primeiro evento da Organização das Nações Unidas (ONU) desse porte voltado à vida silvestre realizado na região e projeta Campo Grande no cenário internacional, consolidando o município como referência em sustentabilidade, turismo de eventos e desenvolvimento alinhado à preservação ambiental. O slogan da Cop15 é “Conectando a natureza para sustentar a vida”.


A estrutura da conferência está praticamente definida. A Blue Zone, espaço oficial das delegações, será instalada no Bosque Expo. As demais atividades ocorrerão no Bioparque Pantanal e na Casa do Homem Pantaneiro, ambos localizados no Parque das Nações Indígenas, além do Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, no Parque dos Poderes.


Do ponto de vista econômico, a expectativa é de impacto direto no setor de serviços. Para o secretário municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável (Semades), Ademar Silva Júnior, áreas como hotelaria, bares, restaurantes e transporte urbano devem registrar aumento na demanda.


“A equipe da Semades, em conjunto com outras secretarias, mantém diálogo com o setor hoteleiro e gastronômico para garantir estrutura adequada às delegações estrangeiras”, destaca o secretário.


Um dos principais reflexos deve ser sentido na rede hoteleira. Conforme dados da secretaria, atualmente a taxa média de ocupação em Campo Grande varia entre 52% e 56%, com média aproximada de 54% ao mês. Esse índice costuma ultrapassar esse patamar apenas em períodos de grandes eventos. A expectativa é de crescimento durante a realização da conferência, sendo que o percentual consolidado será apurado após o evento, conforme levantamento mensal junto aos estabelecimentos.



Passageiros no Aeroporto Internacional de Campo Grande.


Fortalecimento da economia local


Considerando que, em média, um turista gasta cerca de R$ 684,00 por dia na Capital, entre hospedagem, alimentação e transporte, a presença estimada de 3 mil participantes representa potencial significativo de circulação de recursos na economia local.

Hotéis, restaurantes, bares, cafeterias, motoristas de táxi e de aplicativos, além de micro e pequenos empreendedores, devem sentir os reflexos do aumento no fluxo de visitantes. O impacto também se estende ao comércio, fornecedores, prestadores de serviços e demais segmentos que compõem a cadeia produtiva urbana, ampliando a geração de renda de forma direta e indireta.


A realização de uma conferência global da ONU em Campo Grande reforça a imagem da cidade como destino preparado para sediar eventos de grande porte, especialmente os ligados à agenda ambiental, ressaltando que a Capital foi reconhecida seis vezes com o título de Tree City of the World, Cidade Árvore do Mundo e consolidada como referência em políticas ambientais urbanas.


Para o gerente de Turismo, Wantuyr Tartari, o momento é estratégico para o município. “A realização da COP15 em Campo Grande representa um marco histórico para o turismo da nossa Capital. Além de projetar o município no cenário internacional como referência em sustentabilidade e conservação ambiental, o evento fortalece nossa vocação para o turismo de negócios e eventos, movimentando toda a cadeia produtiva local”.


Com a visibilidade internacional, a expectativa é que Campo Grande amplie sua presença no calendário de grandes encontros técnicos, congressos e feiras, consolidando-se como polo regional para o turismo de eventos.




Rapaz durante hospedagem em hotel da Capital.


Capacitação e legado duradouro


Para fortalecer as ações em torno da COP15, a Semades tem promovido capacitações com profissionais da hotelaria e de atrativos turísticos. O objetivo é prepará-los para atuarem como multiplicadores de informações sobre a cidade e reforçar o sentimento de pertencimento e valorização da cultura local.


A qualificação busca aprimorar a hospitalidade e garantir uma experiência positiva aos visitantes, deixando um legado que vai além do período da conferência.




Passageiros no Aeroporto Internacional de Campo Grande.


Entre os resultados esperados estão:


Ampliação da ocupação dos meios de hospedagem;

Fortalecimento dos serviços de alimentação, transporte e logística;

Maior visibilidade internacional para a cidade e seus produtos culturais;

Consolidação de Campo Grande no circuito de eventos nacionais e internacionais.


Assim, a COP15 é vista como uma oportunidade estratégica para impulsionar o desenvolvimento econômico e posicionar Campo Grande como destino competitivo no cenário global de turismo de negócios e sustentabilidade.


Campo Grande se organiza para sediar a 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação de Espécies Migratórias de Animais Selvagens (COP15/CMS), que será realizada de 23 a 29 de março de 2026. O evento deve reunir cerca de 3 mil participantes de mais de 130 países, colocando a Capital sul-mato-grossense no centro das discussões globais sobre conservação da vida silvestre e desenvolvimento sustentável.


A COP15 é o primeiro evento da Organização das Nações Unidas (ONU) desse porte voltado à vida silvestre realizado na região e projeta Campo Grande no cenário internacional, consolidando o município como referência em sustentabilidade, turismo de eventos e desenvolvimento alinhado à preservação ambiental. O slogan da Cop15 é

“Conectando a natureza para sustentar a vida”.


A estrutura da conferência está praticamente definida. A Blue Zone, espaço oficial das delegações, será instalada no Bosque Expo. As demais atividades ocorrerão no Bioparque Pantanal e na Casa do Homem Pantaneiro, ambos localizados no Parque das Nações Indígenas, além do Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, no Parque dos Poderes.


Do ponto de vista econômico, a expectativa é de impacto direto no setor de serviços. Para o secretário municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável (Semades), Ademar Silva Júnior, áreas como hotelaria, bares, restaurantes e transporte urbano devem registrar aumento na demanda.


“A equipe da Semades, em conjunto com outras secretarias, mantém diálogo com o setor hoteleiro e gastronômico para garantir estrutura adequada às delegações estrangeiras”, destaca o secretário.


Um dos principais reflexos deve ser sentido na rede hoteleira. Conforme dados da secretaria, atualmente a taxa média de ocupação em Campo Grande varia entre 52% e 56%, com média aproximada de 54% ao mês. Esse índice costuma ultrapassar esse patamar apenas em períodos de grandes eventos. A expectativa é de crescimento durante a realização da conferência, sendo que o percentual consolidado será apurado após o evento, conforme levantamento mensal junto aos estabelecimentos.



Passageiros no Aeroporto Internacional de Campo Grande.


Fortalecimento da economia local


Considerando que, em média, um turista gasta cerca de R$ 684,00 por dia na Capital, entre hospedagem, alimentação e transporte, a presença estimada de 3 mil participantes representa potencial significativo de circulação de recursos na economia local.

Hotéis, restaurantes, bares, cafeterias, motoristas de táxi e de aplicativos, além de micro e pequenos empreendedores, devem sentir os reflexos do aumento no fluxo de visitantes. O impacto também se estende ao comércio, fornecedores, prestadores de serviços e demais segmentos que compõem a cadeia produtiva urbana, ampliando a geração de renda de forma direta e indireta.


A realização de uma conferência global da ONU em Campo Grande reforça a imagem da cidade como destino preparado para sediar eventos de grande porte, especialmente os ligados à agenda ambiental, ressaltando que a Capital foi reconhecida seis vezes com o título de Tree City of the World, Cidade Árvore do Mundo e consolidada como referência em políticas ambientais urbanas.


Para o gerente de Turismo, Wantuyr Tartari, o momento é estratégico para o município. “A realização da COP15 em Campo Grande representa um marco histórico para o turismo da nossa Capital. Além de projetar o município no cenário internacional como referência em sustentabilidade e conservação ambiental, o evento fortalece nossa vocação para o turismo de negócios e eventos, movimentando toda a cadeia produtiva local”.


Com a visibilidade internacional, a expectativa é que Campo Grande amplie sua presença no calendário de grandes encontros técnicos, congressos e feiras, consolidando-se como polo regional para o turismo de eventos.Rapaz durante hospedagem em hotel da Capital.


Capacitação e legado duradouro


Para fortalecer as ações em torno da COP15, a Semades tem promovido capacitações com profissionais da hotelaria e de atrativos turísticos. O objetivo é prepará-los para atuarem como multiplicadores de informações sobre a cidade e reforçar o sentimento de pertencimento e valorização da cultura local.


A qualificação busca aprimorar a hospitalidade e garantir uma experiência positiva aos visitantes, deixando um legado que vai além do período da conferência.



Passageiros no Aeroporto Internacional de Campo Grande.


Entre os resultados esperados estão:


Ampliação da ocupação dos meios de hospedagem;

Fortalecimento dos serviços de alimentação, transporte e logística;

Maior visibilidade internacional para a cidade e seus produtos culturais;

Consolidação de Campo Grande no circuito de eventos nacionais e internacionais.


Assim, a COP15 é vista como uma oportunidade estratégica para impulsionar o desenvolvimento econômico e posicionar Campo Grande como destino competitivo no cenário global de turismo de negócios e sustentabilidade.


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