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Notícias / Meio Ambiente

02.04.2026 às 09:20

Campo Grande ganha ‘óleoponto’ e transforma descarte de óleo em recompensa e conscientização ambiental

Alexandre Gonzaga Comunicação Governo de MS

Uma solução que alia tecnologia, sustentabilidade e incentivo direto ao cidadão começa a transformar a forma como o óleo de cozinha é descartado em Campo Grande. A Capital recebeu a primeira unidade da plataforma inteligente Óleoponto, instalada em um supermercado atacadista na região da Avenida Três Barras.

O projeto conta com patrocínio da ADM do Brasil, fabricante de óleo vegetal, e da Águas Guariroba, além do apoio do Governo do Estado, do Grupo Pereira e da Câmara Municipal. A iniciativa amplia o acesso a soluções adequadas de destinação e estimula práticas alinhadas à economia circular, integrando a agenda verde, próspera, digital e inclusiva de Mato Grosso do Sul.

De acordo com o executivo da plataforma, Zadrik Mendonça, o objetivo é criar infraestrutura acessível e incentivar a participação da população. Segundo ele, o principal problema não está no uso do óleo de cozinha, mas no descarte incorreto, muitas vezes realizado em pias ou redes de esgoto. Quando destinado corretamente, o resíduo pode ser reaproveitado como matéria-prima para biodiesel e outras soluções sustentáveis.

A máquina funciona de forma semelhante a um caixa eletrônico. O usuário informa o número de celular, deposita o óleo usado e acumula pontos em uma plataforma digital. A cada 40 pontos, equivalentes a 4 litros descartados, é possível trocar por uma nova embalagem de óleo no supermercado parceiro. Cada operação permite o descarte de até 5 litros por pessoa.

Cidadãos que levaram óleo usado retirando os óleos novos

A tecnologia já vem sendo aplicada em outras regiões do país. No Rio de Janeiro, a plataforma atua na comunidade da Rocinha, em parceria com a ONG Sabão no Morro, que transforma o óleo usado em produtos de limpeza e sabão ecológico, gerando impacto ambiental e social.

Em Campo Grande, a iniciativa integra uma prova de conceito que vai avaliar o desempenho da solução em ambiente urbano. A expectativa é expandir o modelo para outros pontos da cidade e, posteriormente, para diferentes regiões do país, posicionando a Capital como referência em inovação ambiental e logística reversa.


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