Campo Grande / MS Segunda-feira, 10 de Agosto de 2026

Escolha sua cidade

Campo Grande Água Clara Alcinópolis Amambai Anastácio Anaurilândia Angélica Antônio João Aparecida do Taboado Aquidauana Aral Moreira Bandeirantes Bataguassu Batayporã Bela Vista Bodoquena Bonito Brasilândia Caarapó Camapuã Caracol Cassilândia Chapadão do Sul Corguinho Coronel Sapucaia Corumbá Costa Rica Coxim Deodápolis Dois Irmão do Buriti Douradina Dourados Eldorado Fátima do Sul Figueirão Glória de Dourados Guia Lopes da Laguna Iguatemi Inocência Itaporã Itaquiraí Ivinhema Japorã Jaraguari Jardim Jateí Juti Ladário Laguna Carapã Maracaju Miranda Mundo Novo Naviraí Nioaque Nova Alvorada do Sul Nova Andradina Novo Horizonte do Sul Paraíso das Águas Paranaíba Paranhos Pedro Gomes Ponta Porã Porto Murtinho Ribas do Rio Pardo Rio Brilhante Rio Negro Rio Verde de Mato Grosso Rochedo Santa Rita do Pardo São Gabriel do Oeste Selvíria Sete Quedas Sidrolândia Sonora Tacuru Taquarussu Terenos Três Lagoas Vicentina

Notícias / Internacional

05.08.2026 às 08:00

Fazer graduação no Reino Unido não parece mais um bom negócio

Assessoria the News

Um levantamento mostrou que as contratações no Reino Unido recuaram ao longo deste ano. Agora, as vagas para recém-formados estão no menor patamar desde 2020.

Somado a isso, as vagas abertas caíram 11% entre janeiro e julho. O número de ofertas disponíveis no país está 32% abaixo do nível pré-pandemia.

Na contramão dessa queda, as vagas que pedem habilidades em inteligência artificial bateram recorde, aparecendo em 9,4% dos anúncios no país.

O Reino Unido enfrenta uma crise crescente de desemprego jovem desde a pandemia. Para se ter ideia, +1 milhão de britânicos entre 16 e 24 anos estão fora da escola, do trabalho e de qualquer treinamento.

Parte da explicação está no aumento dos custos da folha de pagamento e impostos, e em ajustes estruturais que aconteceram no país pós-pandemia e pós-Brexit.

Isso significa que o mercado de trabalho britânico está sob pressão generalizada. Com menos portas de entrada para o primeiro emprego, são os jovens — que investem entre R$ 70 mil e R$ 200 mil na sua graduação — que mais sentem o baque.

O novo primeiro-ministro, Andy Burnham, anunciou na semana passada um plano para alinhar o ensino técnico e a formação profissional de jovens às necessidades reais do mercado de trabalho local.

Zoom out:

Outras regiões do mundo também já registram uma alta na taxa de desemprego entre jovens de 16 a 24 anos. Na China, esse número chega a 15,6%, enquanto na União Europeia fica em 15,1%.

Comentários
informe o texto a ser procurado
Voltar ao topo