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Notícias / Brasil

27.01.2026 às 07:03

Com início da 2ª fase do Gás do Povo em 17 capitais brasileiras, Sindigás reforça apoio ao programa e destaca papel estratégico do GLP na inclusão energética

Entidade afirma que setor está preparado para uma operação nacional de grande escala, com foco em segurança, estabilidade regulatória, saúde e dignidade das famílias mais vulneráveis

Assessoria de Imprensa Sindigás      Approach Comunicação     

Depois de uma primeira fase bem-sucedida, iniciada em novembro do ano passado em dez capitais brasileiras, o programa Gás do Povo dá início à sua segunda fase no próximo dia 26 de janeiro, contemplando 17 novas capitais, entre elas Rio de Janeiro, Brasília, Manaus, Maceió, Porto Velho e Curitiba. Nesta etapa, mais de 1,2 milhão de famílias passarão a ser beneficiadas com a recarga 100% gratuita do botijão de GLP de 13 kg, retirada diretamente nas revendas credenciadas.

 

Diante do avanço do programa, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) reforça seu apoio à iniciativa, lançada pelo Governo Federal em setembro do ano passado, e destaca o papel central do GLP como um energético moderno, seguro, inclusivo e essencial no combate à pobreza energética no Brasil.

 

“O início da segunda etapa do Gás do Povo representa um avanço concreto no enfrentamento da pobreza energética. O setor de GLP está preparado para uma operação nacional de grande escala, com segurança, controle de qualidade e capacidade logística para garantir que o botijão chegue a quem mais precisa”, afirmou o presidente do Sindigás, Sergio Bandeira de Mello.

 

A entidade representa um setor presente em todo o território nacional, com rigoroso controle de qualidade, alto padrão de segurança e ampla capilaridade logística, e afirma que segue trabalhando para tornar o setor cada vez mais eficiente e seguro em toda a cadeia, do transporte às revendas.

 

Durante o lançamento da nova etapa do programa realizado em uma revenda da Supergasbras, em Bangu, no Rio de Janeiro, o deputado federal Hugo Leal destacou a evolução do modelo do benefício e o foco na segurança das famílias atendidas. “O Gás do Povo é uma evolução do Auxílio Gás. Ao garantir o enchimento direto do botijão, o programa assegura que o benefício cumpra sua finalidade, levando segurança, dignidade e um produto de procedência confiável para dentro da casa das famílias, sem que o cidadão precise lidar com a variação de preços do mercado”, afirmou o parlamentar.
 

O deputado reforçou ainda que a iniciativa amplia o alcance das políticas sociais já existentes e pode beneficiar mais de 15 milhões de famílias em todo o país, contribuindo para a redução da pobreza energética e para a melhoria das condições de vida da população mais vulnerável.

 

Renato Dutra, secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, afirmou que o Gás do Povo foi pensado para levar dignidade ao dia a dia das famílias, a partir de algo básico e comum a todos: o hábito de cozinhar. “Cozinhar é algo que todo mundo faz todos os dias. Ter uma fonte de energia segura para isso faz diferença na vida das famílias. A gente batalhou muito para que esse programa chegasse a 15,5 milhões de famílias em todo o país. Hoje, mais de 10 milhões ainda usam lenha para cozinhar, o que impacta diretamente a saúde. Garantir o acesso ao GLP é dar dignidade e melhorar o dia a dia dessas pessoas”, afirmou.

O sucesso do programa exige operação eficiente, em escala nacional 

 

A plena implementação do Gás do Povo exigirá uma operação de escala nacional, com potencial de elevar o consumo em cerca de 60 milhões de botijões. O país conta hoje com aproximadamente 60 mil revendedores autorizados, preparados para atender os 5.571 municípios brasileiros, o que demanda planejamento, previsibilidade e segurança regulatória.

O setor de distribuição enxerga o programa como uma iniciativa em construção, que exigirá acompanhamento contínuo e ajustes ao longo do tempo, sempre com foco na eficiência operacional, na segurança e na qualidade do atendimento ao consumidor final.

 

“Estamos falando de uma operação de alta complexidade logística, que só se sustenta com previsibilidade e regras claras. O setor está pronto para contribuir com a implementação do programa e para aprimorá-lo continuamente, garantindo segurança e eficiência em toda a cadeia”, concluiu Bandeira de Mello.
 

Sobre o Sindigás    

Há mais de 50 anos no mercado, o Sindigás representa oito empresas associadas (Amazongás, Consigaz, Copa Energia, Fogás, Gaslog, Nacional Gás, Supergasbras e Ultragaz), que atuam em todas as regiões do país com ampla experiência na produção e comercialização de botijões. Juntas, elas representam quase 100% do mercado de GLP brasileiro e movimentam juntas mais de 7,5 milhões de toneladas por ano.    

  


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