Notícias / Economia
06.09.2026 às 11:00
Chegamos a um novo patamar da inteligência artificial?
Assessoria
the News
Esta semana pode ter sido uma das mais importantes do ano para o setor. Google, Anthropic e OpenAI lançaram novos modelos de inteligência artificial considerados muito poderosos.
Um dos que mais chamou a atenção foi o Astra, da empresa dona do ChatGPT. Ele não só quase gabaritou testes da indústria, como pode ter sido um dos primeiros a inaugurar a era da AGI — quando a AI adquire capacidade sobre-humana.
Por que isso importa?
Com o crescimento da complexidade dos modelos, está cada vez mais difícil entender o que eles pensam. Isso acaba não deixando tão claro quais riscos estão sendo tomados.
O próprio Astra, da OpenAI, utiliza uma técnica de raciocínio chamada de recorrência opaca, que dificulta saber por que um modelo tomou uma decisão.
Para se ter ideia, agentes da dona do Chat GPT e Claude já atacaram empresas. Enquanto isso, uma pesquisa publicada ontem apontou que “robôs” da OpenAI chegaram a fazer +15 mil alterações em um fórum colaborativo na Alemanha.
Agora, todo laboratório de AI de ponta tem uma equipe para entender o que a inteligência artificial está fazendo. A Anthropic, por exemplo, tem um time de Interpretabilidade.
O que esperar daqui para frente?
Ao mesmo tempo que a próxima fase da AI trará mais funcionalidade e complexidade, ela também virá com muito mais pesquisas sobre segurança.
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